
Há dois modos de varredura do CCD: a progressiva e a entrelaçada. Os CCDs de varredura entrelaçada são mais sensíveis. Para usá-los no monitoramento de vídeo em rede, é preciso fazer uma conversão I/P para produzir um único quadro de vídeo. Assim, os dados de imagem ficam armazenados na memória até que um único quadro de dados esteja pronto para ser enviado.
Quando realiza a conversão IP, a Sony incorpora a tecnologia DFI (Integração Dinâmica de Quadros), de modo que tanto objetos em movimento, quanto objetos estáticos sejam reproduzidos com clareza, aproveitando a sensibilidade alta dos CCDs de varredura entrelaçada para produzir imagens claras e suaves mesmo em condições de pouca luz.
Para entender a tecnologia DFI, é preciso entender os dois diferentes métodos de conversão I/P: o Modo de Quadro e o Modo de Campo, que foram incorporados à linha de câmeras de rede da Sony.

Combina dois campos adjacentes da imagem em um quadro. Tem alta resolução vertical e funciona bem para áreas estáticas de uma imagem, mas se aparecer um objeto em movimento rápido, as áreas com movimento ficarão borradas.

Produz imagens progressivas utilizando dados apenas do campo par. Reproduz as linhas ausentes do campo entrelaçado interpolando dados das linhas acima e abaixo. Esse modo reduz imagens borradas causadas por objetos em rápido movimento; mas a resolução vertical é metade da do Modo de Quadro. Além disso, o Modo de Campo pode produzir bordas serrilhadas em áreas, particularmente em linhas angulosas de alto contraste.

Combinam as vantagens das duas técnicas, alternando de forma adaptativa entre o Modo de Quadro e o Modo de Campo. O algoritmo é tal que detecta movimento dentro de uma imagem a cada dois pixels. Para áreas em que é detectado movimento, o DFI aplica o Modo de Campo para minimizar os borrões e nas áreas estáticas aplica o Modo de Quadro para manter uma alta resolução sem bordas serrilhadas.





































